O "fusível" de segurança da Bolsa de Valores.
O "circuit breaker" é uma medida de proteção usada em muitos mercados financeiros, incluindo a Bolsa de Valores do Brasil (B3), para interromper temporariamente as negociações em caso de quedas acentuadas nos preços das ações.
O objetivo desta interrupção é evitar uma queda ainda maior dos preços e permitir que os participantes do mercado consigam raciocinar com mais calma e tomar decisões durante a paralisação.
De acordo com o Manual de Procedimentos da B3, o acionamento ocorre em 3 estágios, baseados na desvalorização do Ibovespa em relação ao fechamento do dia anterior:
A negociação é interrompida por 30 minutos.
Após a reabertura, se a queda atingir 15%, a negociação para por mais 1 hora.
Se a queda atingir 20%, a B3 pode determinar a suspensão da negociação por prazo indefinido.
Crise Asiática
Crise Russa
Câmbio Flutuante
Crise do Subprime
Joesley Day
Pandemia COVID-19
No dia dos atentados às Torres Gêmeas, a Bovespa decidiu interromper e suspender as negociações do dia às 11h15, quando o índice caía 9,18% (antes, portanto, de atingir os 10% regulamentares do Circuit Breaker), devido à gravidade excepcional do evento.
Saiba mais sobre os ataques de 11 de setembro →"E como eu já investia em ações desde o início de 1997, vivi e 'sobrevivi' a todas essas ocasiões! Claro que não sem emoção e sofrimento."
Publicado em 05/02/2023